20 de Novembro de 2017,

Cidades

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Quarta-Feira, 13 de Setembro de 2017, 09h:07 | Atualizado:

OBRA DA COPA

Duplicação da Moinho segue parada


Diário de Cuiabá

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Interrompidas desde o fim de 2014, as obras de duplicação da Avenida Archimedes Pereira Lima, mais conhecida como Estrada do Moinho, em Cuiabá, seguem sem previsão de serem retomadas. Isso apesar da Secretaria de Estado de Cidades (Secid) já ter notificado o Consórcio Trimec-Hytec, para reiniciar os trabalhos que deveriam ter sido entregues à população cuiabana há três anos. 

Anteontem, em entrevista ao programa Chamada Geral, da Rádio Mega FM, o governador Pedro Taques declarou que as obras da avenida poderão aparecer em delação premiada de algum agente político. “Amigos, essa estrada, anotem. Fizemos uma auditoria e logo, logo, ela estará em uma delação”, disse. 

Ele explicou que no início de seu mandato, em janeiro de 2015, determinou que auditorias fossem feitas em todos os contratos da gestão anterior, do ex-governador Silval Barbosa. Até o momento, muitas delas culminaram em operações dos Ministérios Públicos Federal (MPF) e Estadual (MPE), como a Descarrilho, cujo alvo foram os contratos do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). 

Em abril passado, a Secid chegou a prorrogar o prazo para conclusão da obra de restauração e duplicação da pista, sendo que pelo termo de ajustamento de gestão (TAC) assinado com o Tribunal de Contas (TCE), o Estado tinha até agosto passado para entregar os trabalhos à população. 

Contudo, as obras contratadas por R$ 23,6 milhões apresentam grandes falhas de execuções. O projeto totaliza 4,42 quilômetros, com alargamentos sobre as pontes dos córregos do Coxipó e do Moinho. As auditorias realizadas pelo Governo apontaram desvios de R$ 1 bilhão dos cofres do Estado na gestão passada. 

A duplicação é considerada importante para desafogar o fluxo de veículos na Fernando Corrêa e na região da construção do Complexo Viário do Tijucal, outra obra do Mundial. Além da duplicação, a empresa ainda é responsável por duplicar e alargar as pontes sobre o córrego do Moinho e Rio Coxipó, com extensão de 44 metros e 84 metros, respectivamente. (

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Comentários (1)

  • Luis | Quarta-Feira, 13 de Setembro de 2017, 13h18
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    Essa duplicação sempre vai seguir parada, ou querem que ela saia andando?

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