29 de Março de 2017,

Polícia

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Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 18h:08 | Atualizado:

LISTA TRÍPLICE

Governador também nomeia delegado mais votado para comandar PC de MT

Fernando Vasco pretende priorizar atendimento ao cidadão

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Após processo democrático para escolha do novo diretor geral da Polícia Judiciária Civil, o nome anunciado pelo governador para a gestão de 2017 e 2018 é Fernando Vasco Spinelli Pigozi. A posse será na sexta-feira, às 09h, no auditória da Diretoria da Polícia Judiciária Civil.

Com o respaldo da categoria, o chefe do Executivo foi o primeiro governador a aceitar a lista tríplice, escolhida internamente por meio de votação. Todo o processo de escolha dos nomes mais votados foi acompanhado por representantes do Sindicato dos Delegados da Polícia (SINDEPO).

O presidente do Sindicato, Wagner Bassil Junior, elogiou a postura do governador em atender a opção da maioria dos profissionais e garante que a instituição terá respaldo da categoria para avançar nos trabalhos. “O governador merece nossos aplausos. A categoria recebeu bem esta decisão e agradece ao chefe do Executivo. Também ficamos felizes em participar do processo e ter os candidatos recebidos pelo governador”, destacou.

Desde 2010, a Polícia Judiciária Civil dispõe de um Estatuto. Três anos depois, após uma complementação, a categoria incluiu em um dos seus artigos o critério de escolha do cargo de delegado geral à apresentação de uma listra tríplice.

Em 2015, primeiro ano da gestão do governador Pedro Taques escolheu um nome que constava na lista. À época, foi nomeado para o cargo, Adriano Peralta.

Agora, nomeado pelo Governador Pedro Taques, para o cargo de delegado geral da Polícia Judiciária Civil, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi considera importante fortalecer a Polícia Civil em todas as regiões de Mato Grosso, priorizando o atendimento de qualidade à população mato-grossense.

Conforme Vasco, o reforço também será levado para a atividade de Inteligência, a qual classifica como “cérebro da polícia”, por ser capaz de traçar cenários de ações criminosas e identificar lideranças atuantes dentro e fora do Estado.

“Vamos trabalhar para o fortalecimento da Polícia Judiciária Civil em todas as frentes, no administrativo, investigativo e operacional”, finalizou.

Fernando Vasco Spinelli Pigozzi é natural da cidade de Osvaldo Cruz, Estado de São Paulo. Trabalhou de 2001 a 2003 na Polícia Civil do Amazonas. Em 6 de maio de 2003 tomou posse como delegado de polícia em Mato Grosso. Sua primeira lotação foi a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, depois foi lotado no plantão da Central de Flagrantes de Várzea Grande.

Em dezembro de 2003 foi nomeado titular da Delegacia de Polícia do município de Primavera do Leste. Em junho de 2004 foi designado para a Delegacia de Campo Verde, unidade que comandou por 11 anos e seis meses. Na região também acumulou por 7 anos a Delegacia de Dom Aquino. Cursou no ano de 2004, o Curso Superior de Polícia - Especialização em Gestão de Segurança Pública. É Delegado Classe Especial.

Em setembro de 2015, foi nomeado Delegado Regional de Primavera do Leste, unidade administrativa responsável pelas delegacias instaladas em Primavera do Leste, Poxoréu, Paranatinga, Campo Verde e Gaúcha do Norte.

Como regional, implantou melhorias no atendimento à população, reforço do efetivo no plantão policial e fortaleceu o núcleo de Inteligência da Regional. Com isso, alcançou maior desempenho da produtividade policial, investigações mais céleres e operacionalidade das ações, aumentando em 3 mil % as apreensões de drogas em 2016 e também o número de criminosos presos, principalmente, integrantes de quadrilhas do tráfico interestadual de drogas e roubos de carretas nas regiões de Primavera do Leste e Barra do Garças.

 

 

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Comentários (7)

  • lima | Quinta-Feira, 12 de Janeiro de 2017, 08h13
    3
    0

    Primeiro de tudo, o DELEGADO é quem manda prender... Segundo: é o melhor salário do Brasil, terceiro: é o mais bem preparado... querem mais????

  • Jorge | Quinta-Feira, 12 de Janeiro de 2017, 07h15
    2
    0

    Esse José Eduardo é um frustrado, não é delta porra nenhuma, pela saco.

  • José Eduardo | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 20h24
    15
    16

    Investigador e escrivão,,,cada um no seu quadrado,,,aqui é DELTA decidindo,,,vcs cumprem ordens,,simples assim,,,

  • VITIMA | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 20h16
    21
    7

    A Polícia Civil nunca irá avançar enquanto os Delegados continuarem pensando somente em sua categoria. Hoje temos delegados valorizados com o maior salário do País, já investigadores e escrivães lutam pra conseguir ao menos o reconhecimento como carreira de nível superior. Não sou contra a "Super valorização" dos delegados, me preocupo com o desprezo dado as outras duas categorias, já que são eles que carregam o piano na Instituição. Nunca vi um delegado ir a campo buscar indícios, vestígios ou trstemunhas para sustentar um relatório final de um Inquérito. No júri sempre vejo juízes e promotores utilizarem o relatório de investigação elaborado pelos policiais e não o relatório final feito pelo delegado como elemento para condenar ou absolver o réu... e isso porque sabem que os polícias que foram a Campo e não a autoridade. Por fim volto a dizer. Enquanto a PJC tiver apenas uma categoria contente, a sociedade dificilmente terá um serviço de qualidade. Os delegados precisam entender que não são os únicos na PJC, que desta também fazem parte escrivães e investigadores.

  • tobias de aguiar | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 19h54
    10
    14

    Resposta para Toninho - Simples meu caro amigo. Os escrivães e investigadores poderão votar sim. Você está enganado. Basta que eles se tornem delegado. É uma questão de HIERARQUIA. Penso que talvez você não tenha servido as forças armadas ou trabalhado na iniciativa privada e tenha um pouco de dificuldade de valores como hierarquia, liderança e honra!

  • Cansado | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 19h05
    26
    3

    BLA. BLA. BLA. BJA. BLA. BLA !!!!! To cansado dessa papagaiada em MT. tchau !!

  • Toninho | Quarta-Feira, 11 de Janeiro de 2017, 18h57
    34
    7

    Processo Democrático.? Pq os investigadores e escrivães que pertencem a instituição e serão comandados pelo delegado geral não podem votar.? Possuem medo de que.?

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